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“A nossa terra. A nossa casa. O nosso futuro.”

16-06-2017

Dia 17 de junho comemora-se o Dia Mundial de Combate à Desertificação sob o lema “A nossa terra. A nossa casa. O nosso futuro.” Estas palavras de ordem de amplitude global querem destacar o papel fundamental das terras produtivas aptas a transformar espaços não produtivos e abandonados em lugares estáveis, seguros e sustentáveis para o nosso futuro comum.

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Como algumas comunidades rurais se sentem abandonadas ao ponto de abandonarem as próprias terras, o tema das migrações tornou-se viral na agenda política global. Contudo, a solução existe. Investe-se nas terras, criam-se empregos locais e dá-se a oportunidade às famílias e às comunidades de sobreviver e crescer. Reforça-se assim a segurança e as perspetivas futuras para o desenvolvimento sustentável. Hoje em dia, já mais de 100 países dos 169 afetados pela desertificação ou pela seca estão a estabelecer metas para limitar o aumento da degradação das terras no horizonte 2030.

Mensagem para o Dia Mundial do Combate à Desertificação

A mensagem de Monique Barbut, Secretária Executiva da Convenção das Nações Unidas para o Combate à Desertificação, por ocasião do Dia Mundial, fala de sonhos esvaídos, de degradação dos solos, de crescimento da população mundial, de alterações climáticas, de desigualdade, de abandono, de migrações, de muros, de exploração, de guerras, de fundamentalismos…

A desertificação, origem e resultado, de tantos epifenómenos não é um fenómeno isolado e circunscrito, daí a importância e urgência de o combater quanto antes. Para as Nações Unidas é premente que, numa população global que está a caminho das nove biliões de pessoas, o enfoque seja colocado na população jovem. Só no continente africano, 200 milhões dos 300 milhões de jovens que vão entrar no mercado de trabalho nos próximos 15 anos vivem em áreas rurais.

As jovens populações rurais merecem melhores opções e oportunidades, através de políticas que lhes permitam ser proprietárias de terras degradadas, e de incentivos à reabilitação dessas terras. Partindo do princípio que cerca de 500 milhões de hectares de terras outrora férteis foram entretanto votadas ao abandono, Monique Barbut sugere que os jovens devem ter a oportunidade de voltar a tornar esse capital natural vivo e produtivo. Ao garantir o acesso às novas tecnologias e às necessidades de conhecimento, estes novos atores vão poder construir resiliência às condições extremas do clima, como a seca. E reforça que, tendo eles os meios certos à sua disposição, podem alimentar um planeta faminto e desenvolver novos setores da economia verde. Inclusive, podem criar mercados para os produtos rurais e revitalizar comunidades.

O futuro pode ser melhor, se se adequarem os investimentos às terras, às infra-estruturas rurais e ao desenvolvimento de competências. “Devemos enviar uma mensagem clara – terras bem geridas podem produzir não apenas o suficiente para sobreviver, mas ser também um lugar onde indivíduos e comunidades podem construir um futuro.”

Devemos enviar uma mensagem clara de que se ela for bem gerida, a terra poderá fornecer não apenas o suficiente para se sobreviver, mas será também um lugar onde os indivíduos e as comunidades construirão o futuro.

A cerimónia de celebração decorreu no dia 15 de junho, em Ouagadougou, no Burkina Faso.

A mensagem alusiva às Comemorações do 17 de junho de 2017 da Secretária Executiva da UNCCD (na versão em inglês e numa tradução para português do Ponto Focal Nacional da Convenção das Nações Unidas de Combate à Desertificação), e um kit de apoio com vista à disseminação pelas redes sociais, encontram-se em anexo. 

 

 

 

 

Cooperação LEADER

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Edição da DGADR e Minha Terra, publicada no âmbito do projeto Territórios em Rede II, com o apoio do Programa para a Rede Rural Nacional.

Terra Viva

 

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O programa “Terra Viva”, emitido pela TSF em 2011 e em 2014, reforça a aposta de comunicação da MINHA TERRA, divulgando e promovendo iniciativas de desenvolvimento local, em meio rural.

 

Territórios em Rede

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Territórios em Rede é a revista da Cooperação LEADER, editada no âmbito do projeto Territórios Rurais em Rede - financiado pelo Programa para a Rede Rural Nacional.

3 Projetos LEADER

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A publicação “3 Projetos LEADER” dá a conhecer projetos apoiados no âmbito daAbordagem LEADER nos Programas de Desenvolvimento Rural do Continente (PRODER), Açores (PRORURAL) e Madeira (PRODERAM). 





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