Secretário de Estado da Agricultura visita projetos LEADER no Alentejo Sudoeste

2014-03-24

A visita, realizada na passada quarta-feira, 19 de março, numa iniciativa organizada pela Minha Terra e Esdime, abrangeu projetos de diversificação de atividades na exploração agrícola, criação e desenvolvimento de microempresas, conservação e valorização do património e serviços básicos para a população, apoiados no âmbito da Abordagem LEADER do PRODER, nos concelhos de Aljustrel, Castro Verde e Ourique.

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O programa de visita a cinco projetos – requalificação de estação de secagem e armazenamento de cereais, queijaria de Montes Velhos, em São João de Negrilhos (Aljustrel), Monte das Fontes Bárbaras, Castro Verde, reabilitação de fachadas e coberturas de 17 prédios no âmbito da Estratégia de reabilitação urbana do centro histórico de Ourique, e o centro multisserviços de apoio ao mundo rural, também em Ourique – foi seguido de uma sessão, onde houve lugar para uma troca de ideias sobre o futuro LEADER.

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O Secretário de Estado da Agricultura, José Diogo Albuquerque, salientou o papel da agricultura e o “interesse político que está a captar”, apontando para a inclusão do regadio, agroindustrial e formação nos Fundos Europeus Estruturais e assinalando que os pequenos investimentos para agricultores ou a certificação de produtos passarão a integrar a Abordagem LEADER. Para o governante, esta opção corresponde ao um “racional orçamental melhor” e “todos temos a ganhar por ter o LEADER reorientado para a agricultura”.

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Em representação dos GAL, Regina Lopes, preferiu destacar a “dinâmica de trabalho territorial”, assente na abordagem integrada do LEADER, que responde a um “problema de décadas que é a articulação de políticas”. Para a presidente da Minha Terra, o diálogo entre o Ministério e os GAL corresponde ao “bom caminho para encontrar soluções mais adequadas para estes territórios”. O próximo desafio situa-se na abordagem multifundos e na “coordenação de fundos específicos”.


Diversificação de atividades económicas

 

Durante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. 

Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locais

A estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas.

Floresta multifuncional e sustentabilidade territorial

A floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. 

Agricultura familiar e agroecologia

Cada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. 





[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]