Chã, Alijó
Com particular interesse pela temática da reciclagem, tomando conhecimento do “fantástico” processo de fabrico de papel a partir de fibras 100 por cento de algodão durante umas férias em Barcelona, Sofia decidiu lançar-se por conta própria, criando esta pequena empresa, que reinventa o papel, transformando- o em objetos de ecodesign.
Da ideia à prática, Sofia levou quase um ano a planear este projeto que exigiu muita investigação, junto de moinhos papeleiros ainda existentes e museus do papel, mas também recolha de know-how por cá mas também em Espanha.
Recuperar as técnicas de produção de papel – tal como foi inventado na China – e reproduzir as máquinas que eram utilizadas antigamente foi a maior preocupação da empresária, desde logo decidida a fazer da Papel D’Ouro uma fábrica-museu, aberta a visitas guiadas), que – tal como previu – estão a suscitar enorme interesse.
O próprio edifício “tem uma arquitetura propícia a estas visitas e reflete a imagem de qualidade que queremos passar”, refere, sublinhando a importância do apoio LEADER, através da Douro Histórico, determinante na construção do edifício e aquisição das máquinas (prensa hidráulica, laminador, rodelo, entre outras), que garantem um produto de elevada qualidade, propiciador das mais diversas utilizações. Porque na Papel D’Ouro a imaginação é o limite…
Mais informações em www.facebook.com/papeldouro.
Investimento total: 223.155,29 EUR
Comparticipação LEADER: 60%
Postos de trabalho criados: 5
Projeto apoiado pelo Grupo de Ação Local DOURO HISTÓRICO, no quadro da Abordagem LEADER do PRODER, divulgado no Jornal Pessoas e Lugares nº 15 publicado em Junho de 2014.
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[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]