Mercados do Tejo

2014-05-06

Os antigos portos do Tejo de Abrantes, Constância e Vila Nova da Barquinha voltam a ser palco dos Mercados Ribeirinhos. A margem Sul do Parque Ribeirinho Aquapolis, em Rossio ao Sul do Tejo (Abrantes), é a primeira a receber este ciclo de festivais, entre 16 e 18 de maio, organizado pela TAGUS.

Tasquinhas de petiscos, mercados de produtos locais, artesanato e hortofrutícolas, cinema ao ar livre, cozinha ao vivo, percurso pedestre, convívio de pesca e muita animação fazem parte do cartaz do certame, organizado pela TAGUS - Associação para o Desenvolvimento Integrado do Ribatejo Interior e os municípios que os acolhem.

O Mercado do Ribeirinho de Abrantes irá apostar novamente nas tasquinhas de gastronomia tradicional, uma exposição de fotografia alusiva ao rio (patente durante os três dias de festa), cinema ao ar livre, a cargo da Associação Cultural Palha de Abrantes, um convívio de pesca, organizado pelo Amadores de Pesca de Abrantes, mercado de produtos hortofrutícolas, plantas e flores, e muita animação com ranchos folclóricos, filarmónicas e grupos musicais.

Em Constância, os Mercados Ribeirinhos irão chegar no segundo fim-de-semana de julho e em Vila Nova da Barquinha estão previstos para o início de setembro.

Para mais informação e inscrições nas actividades consultar o site da TAGUS.

Uma iniciativa no âmbito da estratégia de eficiência coletiva PROVERE - Mercados do Tejo - Rede para o Desenvolvimento Sustentável da Bacia do Tejo e do Projeto de Cooperação Transnacional Tejo Vivo, cofinanciada pelo Programa Operacional Regional do Centro - Mais Centro, do Quadro de Referência Estratégica Nacional (QREN) e pela Abordagem LEADER do Programa de Desenvolvimento Rural (PRODER).


Diversificação de atividades económicas

 

Durante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. 

Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locais

A estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas.

Floresta multifuncional e sustentabilidade territorial

A floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. 

Agricultura familiar e agroecologia

Cada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. 





[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]