2014-01-07
A conclusão e divulgação dos resultados do período de programação 2007-2013, o quadro de programação 2014-2020 e a dinamização do território são os principais eixos estratégicos definidos para o ano de 2015.
O Plano de Atividades e Orçamento para 2015 foi aprovado em Assembleia-Geral, realizada a 30 de dezembro, onde também teve lugar a alteração dos estatutos da ADIRN no que respeita à sua área de ação, o que permitiu aprovar a adesão do concelho do Entroncamento, passando o território de intervenção da associação a abranger sete concelhos do Ribatejo Norte.
2015 será um ano de desafios para a ADIRN, que pretende afirmar a importância do Desenvolvimento Local de Base Comunitária e realizar a transição para o próximo período de programação da forma mais eficiente possível.
Além da dinamização de uma parceria inclusiva, representativa e participativa, a associação sublinha a “expressão relevante das redes formais ou informais” e o desafio de construir uma estratégia inteligente, sustentável e inclusiva para o próximo quadro, onde “importa a articulação com as estruturas e nível regional e nacional, nomeadamente CIMT, CCDRC, MA e Agência para o Desenvolvimento e Coesão”, sem, no entanto, abdicar da especificidade e proximidade com o território.
“A Dinamização e animação das populações só se fazem à escala do desenvolvimento local. Queremos estar em todos os concelhos, quer através dos polos concelhios, quer através da realização de ações de promoção, animação, dinamização com enfoque no turismo e nos produtos locais”.
Diversificação de atividades económicasDurante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. |
Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locaisA estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas. |
Floresta multifuncional e sustentabilidade territorialA floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. |
Agricultura familiar e agroecologiaCada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. |
O livro “Receitas e Sabores dos Territórios Rurais”, editado pela Federação Minha Terra, compila e ilustra 245 receitas da gastronomia local de 40 territórios rurais, do Entre Douro e Minho ao Algarve.
[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]