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Anim@Te – Animação para o Desenvolvimento Territorial

O Projecto Anim@Te, desenvolvido no âmbito da Iniciativa Comunitária Equal, visa contribuir para o aprofundamento da reflexão e produção de conhecimento sobre o papel, as formas e a importância da animação nos processos de desenvolvimento territorial e tem vindo a realizar um conjunto de iniciativas dedicadas a esta temática desde Abril de 2008.

Este projecto resulta do trabalho de reflexão, em Rede Temática / Comunidade de Prática, de um conjunto de entidades que durante dois anos, desenvolveram projectos de Animação Territorial no terreno (no âmbito da Iniciativa Equal). Os projectos que estiveram na origem de toda esta reflexão são os seguintes:

- Grândola em Rede para a Inserção
- São Brás Solidário
- TEIAS – Transformar, Empoderar, Inovar, Animar, Socializar
- Prometrur – Potencializar recursos, valorizar e qualificar pessoas e organizações
- Florestar – Sustentabilidade da Floresta
- K’Cidade – Programa de Desenvolvimento Comunitário Urbano
- Parques Com Vida
- Logística de Prevenção e Combate a Fogos Florestais – A Mobilização de Recursos.

As experiências desenvolvidas por estes projectos ilustram estratégias e formas de animação territorial muito distintas, em meio rural e urbano, envolvendo populações diferenciadas e abordagens diversificadas das problemáticas com que se confrontam no terreno.

Desse trabalho de reflexão foi elaborado um Living Document, que, como a própria designação indica, é um documento aberto e em construção. As actividades realizadas ao longo do projecto, designadamente workshops e uma Comunidade de Prática permitiram aprofundar esse “produto”.

Público-alvo: Pessoas e organizações que, no exercício das suas actividades, utilizam ou possam utilizar a animação territorial enquanto instrumento de mobilização e capacitação das pessoas e entidades de um território para a acção colectiva organizada e sustentada.

Neste contexto, os principais grupos-alvo são:
- os/as técnicos/as, animadores/as e mediadores/as implicados/as em processos de animação sócio-local;
- as organizações de índole diversa (desenvolvimento, acção social, recreativa, desportiva, cultural...) e respectivos/as dirigentes e técnicos/as;
- as autarquias locais, municípios e juntas de freguesia, e respectivos/as dirigentes e técnicos/as;
- as escolas e agrupamentos e respectivos/as dirigentes/as e técnicos/as (professores/as, educadores/as e outros elementos da comunidade educativa);
- as Organizações não governamentais com intervenção na área social e do desenvolvimentp sustentado;
- as Organizações (públicas e privadas) com especiais responsabilidades na sociedade civil;
- Redes e parcerias de desenvolvimento locais e sectoriais.

Naturalmente, os beneficiários finais são as comunidades locais.

Impacto esperado:

O Projecto actua junto de três tipos de públicos: (a) responsáveis e quadros técnicos de associações, empresas e outras entidades ligadas à realização de intervenções nos mais diversos domínios (desenvolvimento local, acção social, criação de emprego, prevenção de fogos, valorização ambiental e muitos outros); (b) decisores/as políticos/as e (c) público em geral.

As actividades do projecto devem levar os três públicos referidos a compreender a importância da animação territorial enquanto instrumento de mobilização e capacitação das pessoas e entidades de um território para a acção colectiva organizada e sustentada.

Essa compreensão conduzirá os/as primeiros/as – responsáveis e quadros técnicos – a ter uma clara consciência da necessidade de privilegiar a componente de animação territorial nas intervenções que promovem ou a que se encontram associados.

Relativamente aos/às segundos/as – decisores/as políticos/as – a compreensão irá induzi-los/as a conceber políticas e medidas e/ou a garantir apoio ao desenvolvimento de abordagens que incorporem a animação territorial como uma vertente essencial da intervenção a conduzir.

Quanto ao público em geral, a compreensão favorecerá uma atitude de atenção, e mesmo de adesão, aos processos de animação territorial.

Para esse efeito contribuem, sobretudo, os workshops, o encontro nacional, os programas de televisão e os conteúdos a publicar em meios de comunicação e a brochura produzida e divulgada no evento temático organizado pelo projecto em Novembro de 2008 (disponível para download).

Para além de propiciar a compreensão da importância de animação territorial, as actividades do projecto devem sustentar um processo de capacitação, nomeadamente dos/as responsáveis e quadros técnicos ligados/as à condução de intervenções. Não basta ter consciência do papel central da animação territorial, é necessário saber como a conceber, pôr em prática, alimentar e aprofundar.

Entidades envolvidas Parceria de Disseminação do Projecto

O Projecto Anim@Te é promovido por uma parceria alargada de entidades, com saber e experiência reconhecidos no âmbito da animação territorial:

- ADL – Associação de Desenvolvimento do Litoral Alentejano
- ANIMAR – Associação Portuguesa para o Desenvolvimento Local
- Associação In Loco
- Associação Olho Vivo
- CET – Centro de Estudo Territoriais / ISCTE
- Escola Superior de Educação de Portalegre
- Ferreira & Seixas, Lda
- Fundação Aga Khan
- IDARN – Instituto para o Desenvolvimento Agrário da Região Norte
- In Out Global
- MINHA TERRA – Federação Portuguesa de Associações de Desenvolvimento Local
- Promoloures – Desenvolvimento Empresarial, Crl. (entidade interlocutora)
- Câmara Municipal de Peniche

Iniciativas de disseminação do projecto

- Workshop sobre Animação Territorial - 18 de Maio de 2009, pelas 17h00, na Pousada D. Afonso II, em Alcácer do Sal

- Workshop sobre Animação Territorial - 16 de Janeiro de 2009 – Auditório Municipal de Peniche

Anim@te - O que é Animação Territorial

Anim@te - Animação Territorial: Uma abordagem integrada

Informações

- Carla Silva - Coordenadora do Projecto Anim@Te - PROMOLOURES - Desenvolvimento Empresarial, Crl
- E-mail: carla.silva@promoloures.pt
- Tel: (351) 21 9348420
- Fax: (351) 21 9348429
- URL provísório: www.anima-te.org.pt

Documentos anexados

  • A PAC pós 2013 - Conferência sobre o debate público

    19 e 20 de Julho de 2010, em Bruxelas

    Esta conferência procurou debater e tirar algumas conclusões do debate público sobre a política agrícola pós-2013, lançado pela Comissão Europeia em Abril, com base nas quatro questões essenciais seguintes: «Para que é necessária a PAC? Quais são as expectativas dos cidadãos em relação à agricultura? Porquê reformar a PAC? De que instrumentos necessitamos para a PAC de amanhã?» O debate pretendeu proporcionar uma plataforma de discussão útil antes de a Comissão elaborar a sua comunicação sobre o futuro da PAC, que deverá ser publicada em Novembro de 2010.

  • Posição da ELARD sobre a PAC pós-2013

    A ELARD - Rede Europeia de Desenvolvimento Rural (European Leader Association for Rural Development) apresentou a versão final do seu documento de posição sobre a reforma da PAC pós-2013. A ELARD acredita que o LEADER não é simplesmente mais um programa da UE, mas uma solução para os problemas das zonas rurais na Europa. A este respeito, sustenta uma tomada de posição que é escrita do ponto de vista dos seus objectivos e as opiniões dos seus membros.

  • A Politica Agrícola Comum pós-2013

    A sua opinião faz a diferença

    Está em curso a discussão pública sobre a PAC pós-2013. Os 27 Estados Membros da União Europeia estão envolvidos no debate sobre o futuro da mais antiga política da União e da que envolve maiores recursos financeiros. Pela primeira vez, e de acordo com os poderes que lhe são atribuídos pelo Tratado de Lisboa, o Parlamento Europeu, terá uma palavra decisiva neste processo.

  • Seminário Que Futuro para a Política de Desenvolvimento Rural

    26 de Maio de 2010, no Auditório Central da Estação Agronómica Nacional, em Oeiras

    A Rede Rural Nacional organiza este Seminário no âmbito do debate da Rede Rural Europeia relativo ao futuro da política de desenvolvimento rural.

    Este debate é integrado no debate mais amplo de reforma da PAC lançado pelo Comissário Europeu da Agricultura Dacian Ciolos no passado dia 12 de Abril, aberto até Junho, e que culminará numa Conferência em meados de Julho.